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Solfácil eleva área jurídica e de RI a Vice-Presidência com Bárbara Rubim

27 de outubro de 2026
Solfácil eleva área jurídica e de RI a Vice-Presidência com Bárbara Rubim

Destaques

  • •Solfácil, fintech de energia solar, anuncia Bárbara Rubim como nova Vice-Presidente Jurídica e de Relações Institucionais.
  • •A área teve seu escopo ampliado para incluir compliance, governança corporativa e políticas públicas, visando transformar a regulação em vantagem competitiva.
  • •A executiva atuará na interlocução com o poder público e associações setoriais para moldar regras previsíveis e equilibradas para o setor de energia solar.

A Solfácil, fintech especializada em energia solar e soluções de crédito, anunciou a nomeação de Bárbara Rubim para o cargo de Vice-Presidente Jurídica e de Relações Institucionais. A executiva passa a integrar a liderança sênior da companhia, que busca fortalecer sua atuação no cenário regulatório e de políticas públicas do setor elétrico brasileiro.

A área jurídica, anteriormente uma diretoria, foi elevada ao status de Vice-Presidência, com um escopo de atuação expandido. Além das responsabilidades jurídicas, a nova vice-presidência abrangerá também as áreas de compliance, governança corporativa e a agenda de políticas públicas e relações institucionais da empresa. O objetivo é alinhar a estratégia da Solfácil com as transformações do setor e antecipar oportunidades.

Bárbara Rubim: Experiência e Visão Estratégica

Com 15 anos de experiência no setor elétrico, com foco em regulação e energias renováveis, Bárbara Rubim possui um histórico relevante para a nova função. Ela é presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) e diretora de Energia do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da FIESP. Sua nomeação visa alavancar seu conhecimento regulatório e visão de negócio para impulsionar o crescimento da Solfácil e de seus clientes.

"Bárbara reúne conhecimento regulatório, visão de negócio e experiência no diálogo institucional. Contar com ela à frente dessa nova Vice-Presidência fortalece nossa capacidade de transformar essa visão em crescimento para a Solfácil e para os nossos clientes", declarou Fabio Carrara, fundador e CEO da Solfácil.

Diálogo Institucional e Transformação Regulatória

A nova vice-presidente será responsável pela interlocução da Solfácil com órgãos governamentais chave, incluindo o Congresso Nacional, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Banco Central. Além disso, manterá o diálogo com associações e entidades setoriais.

O propósito principal é que a Solfácil não apenas acompanhe as mudanças regulatórias em andamento, como a abertura do mercado livre para consumidores de baixa tensão e as discussões sobre a estrutura tarifária, mas que também contribua ativamente para a criação de regras mais previsíveis e equilibradas para toda a cadeia produtiva da energia solar.

"O setor elétrico vive um período de profundas transformações. Meu papel é fazer da regulação uma vantagem competitiva para a Solfácil: antecipar as mudanças, convertê-las em oportunidades para a companhia e para a nossa rede de parceiros", afirmou Bárbara Rubim.

O que diz a pesquisa

Estudos recentes indicam a importância da regulação para o desenvolvimento do setor de energia solar no Brasil. Um artigo publicado na Revista da Faculdade de Direito da UFG em 2024 analisou a evolução das normas para energia elétrica fotovoltaica, destacando os benefícios ambientais e o retorno do investimento com a implementação de sistemas solares. Outro estudo, previsto para 2025 no Latin American Journal of Energy Research, avalia os impactos econômicos do Marco Legal da Geração Distribuída (Lei nº 14.300/22), apontando que, embora a lei tenha aumentado o período de retorno do investimento em microgeração residencial, ela trouxe melhorias para projetos de minigeração, tornando-os mais atraentes.

Um panorama sobre a política brasileira para micro e minigeração fotovoltaica, publicado na Revista DCS em 2025, ressalta os esforços do país em termos regulatórios, incentivos fiscais e financiamento público para expandir fontes renováveis. A pesquisa indica que o Brasil tem grande potencial de expansão em energia solar, complementando sua matriz energética já robusta em fontes renováveis como a hidrelétrica.

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