Pedro Guilherme pode perder mansão no Rio em disputa judicial
Destaques
- •Atacante do Flamengo corre o risco de perder mansão comprada em leilão da Caixa
- •STF anulou leilão por falta de notificação pessoal aos antigos proprietários
- •Antigos donos buscam reintegração de posse após decisão judicial favorável
O atacante do Flamengo, Pedro Guilherme, está no centro de uma disputa judicial que pode resultar na perda de sua mansão localizada no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O imóvel, adquirido pelo jogador por meio de um leilão da Caixa Econômica Federal, tornou-se alvo de litígio após o Supremo Tribunal Federal (STF) anular a decisão que levou à venda.
A compra da residência ocorreu após os antigos proprietários perderem o imóvel por inadimplência com o banco. No entanto, em agosto deste ano, o STF reverteu a situação, fundamentando que os antigos donos não foram devidamente notificados pessoalmente sobre a quitação da dívida. A ação judicial tramita atualmente na 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca.
Antigos proprietários buscam a posse do imóvel
Com a decisão do STF, os antigos donos do imóvel entendem que seu direito à posse foi restabelecido. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, eles já notificaram Pedro Guilherme para que deixe a residência voluntariamente. Contudo, o jogador, que vive na mansão com sua esposa, Fernanda Nogueira, e suas filhas gêmeas, permaneceu no local.
A mansão, que passou por uma grande reforma, é conhecida por suas amplas instalações, incluindo diversos quartos, uma sala espaçosa, um lago artificial na entrada, piscina, sauna e um lounge. O espaço também conta com áreas dedicadas ao lazer e à expressão artística do jogador, como um local para tocar piano ou teclado, além de um extenso jardim.
Decisão do STF e próximos passos
A anulação do leilão pela Caixa Econômica Federal se deu pela falta de notificação pessoal aos antigos proprietários, um requisito legal para a perda do imóvel por inadimplência. A decisão do STF reabre a possibilidade de os antigos donos recuperarem a posse do bem.
Os próximos passos envolvem a continuidade do processo na 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca, onde os antigos proprietários buscam a reintegração de posse. A defesa de Pedro Guilherme ainda não se pronunciou publicamente sobre o caso, mas a expectativa é de que o jogador precise deixar o imóvel caso a decisão judicial seja mantida.



