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Lula acompanhará apuração do 2º turno em hotel de luxo em São Paulo

22 de outubro de 2026
Lula acompanhará apuração do 2º turno em hotel de luxo em São Paulo

Destaques

  • •Presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou pelo hotel InterContinental para acompanhar o resultado do segundo turno eleitoral.
  • •A escolha marca uma mudança em relação ao primeiro turno, quando o petista acompanhou a apuração no hotel Renaissance.
  • •Lula iniciará o dia votando em São Bernardo do Campo e depois seguirá para São Paulo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhará a apuração do segundo turno das eleições presidenciais no hotel InterContinental, localizado no bairro Jardim Paulista, em São Paulo. A decisão representa uma mudança de local em comparação com o primeiro turno, quando o petista assistiu à divulgação dos resultados no hotel Renaissance, também na capital paulista. A definição do local ocorreu na noite de quarta-feira (21.out.2026).

A programação de Lula para o domingo (25.out) terá início com a votação em uma seção eleitoral na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP), a partir das 8h. A cidade é considerada o berço político do presidente. Após votar, ele deve conceder uma entrevista coletiva para jornalistas ainda na escola.

Mudança de local para acompanhamento da apuração

A escolha do hotel InterContinental para o acompanhamento da apuração do segundo turno difere do local utilizado no primeiro turno. Na ocasião, o presidente optou pelo hotel Renaissance. A mudança pode indicar uma estratégia diferente para o momento crucial da divulgação dos resultados eleitorais.

A tendência é que Lula esteja acompanhado por aliados próximos e pela primeira-dama, Janja da Silva, durante o evento no hotel. A expectativa é de que o presidente permaneça em sua residência no bairro Alto de Pinheiros, em São Paulo, até o início da apuração, após as 17h, antes de se dirigir ao InterContinental.

Contexto eleitoral e movimentações recentes

A eleição em questão é descrita pela revista "New Yorker" como "a última dança de Lula". O pleito tem sido marcado por diversas movimentações e contestações entre as campanhas. Recentemente, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro para suspender um material de campanha de Lula.

O governo Lula também tem sido alvo de questionamentos sobre gastos. Relatos indicam que o governo gastou R$ 238 milhões sem licitação em materiais relacionados a benefícios. Além disso, há informações sobre um parceiro de Sidônio que teria recebido R$ 1 milhão para analisar mensagens de WhatsApp pró-Lula.

A disputa eleitoral envolve também questões de poder e investigação. O PT alega que Mendonça tem poder para pedir dados de Flávio Bolsonaro, indicando possíveis desdobramentos legais e políticos.

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