Lula acompanhará apuração do 2º turno em hotel de luxo em São Paulo

Destaques
- •Presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou pelo hotel InterContinental para acompanhar o resultado do segundo turno eleitoral.
- •A escolha marca uma mudança em relação ao primeiro turno, quando o petista acompanhou a apuração no hotel Renaissance.
- •Lula iniciará o dia votando em São Bernardo do Campo e depois seguirá para São Paulo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhará a apuração do segundo turno das eleições presidenciais no hotel InterContinental, localizado no bairro Jardim Paulista, em São Paulo. A decisão representa uma mudança de local em comparação com o primeiro turno, quando o petista assistiu à divulgação dos resultados no hotel Renaissance, também na capital paulista. A definição do local ocorreu na noite de quarta-feira (21.out.2026).
A programação de Lula para o domingo (25.out) terá início com a votação em uma seção eleitoral na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP), a partir das 8h. A cidade é considerada o berço político do presidente. Após votar, ele deve conceder uma entrevista coletiva para jornalistas ainda na escola.
Mudança de local para acompanhamento da apuração
A escolha do hotel InterContinental para o acompanhamento da apuração do segundo turno difere do local utilizado no primeiro turno. Na ocasião, o presidente optou pelo hotel Renaissance. A mudança pode indicar uma estratégia diferente para o momento crucial da divulgação dos resultados eleitorais.
A tendência é que Lula esteja acompanhado por aliados próximos e pela primeira-dama, Janja da Silva, durante o evento no hotel. A expectativa é de que o presidente permaneça em sua residência no bairro Alto de Pinheiros, em São Paulo, até o início da apuração, após as 17h, antes de se dirigir ao InterContinental.
Contexto eleitoral e movimentações recentes
A eleição em questão é descrita pela revista "New Yorker" como "a última dança de Lula". O pleito tem sido marcado por diversas movimentações e contestações entre as campanhas. Recentemente, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro para suspender um material de campanha de Lula.
O governo Lula também tem sido alvo de questionamentos sobre gastos. Relatos indicam que o governo gastou R$ 238 milhões sem licitação em materiais relacionados a benefícios. Além disso, há informações sobre um parceiro de Sidônio que teria recebido R$ 1 milhão para analisar mensagens de WhatsApp pró-Lula.
A disputa eleitoral envolve também questões de poder e investigação. O PT alega que Mendonça tem poder para pedir dados de Flávio Bolsonaro, indicando possíveis desdobramentos legais e políticos.
Matérias originais
- Lula muda hotel onde acompanhará a apuração do 2º turno em São Paulo · poder360.com.br



