Brasil: Eleições e o Desafio da Economia Global Pós-Turno
Destaques
- •Próximo governo enfrentará desafios globais como mudanças climáticas e transição energética.
- •Brasil possui vantagens competitivas em recursos naturais e matriz energética renovável.
- •Empresas pedem que sustentabilidade seja prioridade na agenda econômica e social do próximo governo.
O Brasil se aproxima do segundo turno das eleições presidenciais com um cenário global em rápida transformação. Independentemente do resultado, o próximo governo terá a missão de definir como o país competirá em uma economia mundial cada vez mais influenciada por mudanças climáticas, novas tecnologias e a transição energética.
O país parte com vantagens únicas: vastas florestas, biodiversidade, água abundante, uma matriz elétrica majoritariamente renovável, experiência em biocombustíveis e minerais críticos. Esses ativos ambientais e econômicos são cruciais para atrair investimentos e criar novas cadeias de valor.
A Carta aos Presidenciáveis 2026, elaborada pelo CEBDS com mais de 110 empresas, propõe que a sustentabilidade seja parte central da estratégia econômica e social. A agenda se divide em três frentes: proteger e restaurar a natureza (combatendo o desmatamento e fortalecendo a agricultura de baixa emissão), acelerar a inovação verde (bioeconomia, indústria de baixo carbono) e financiar essa transformação com instrumentos de finanças sustentáveis.
A mensagem é clara: a sustentabilidade deve se traduzir em decisões de governo desde o início do mandato, transformando o potencial brasileiro em competitividade, empregos e redução das desigualdades.
