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Trump ameaça intensificar ataques contra o Irã e cita destruição do país

06 de novembro de 2026
Trump ameaça intensificar ataques contra o Irã e cita destruição do país

Destaques

  • •Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o país está "pronto e carregado" para intensificar ataques contra o Irã.
  • •Trump avalia a possibilidade de "destruir o resto do país" iraniano caso suas condições sobre o programa nuclear não sejam impostas.
  • •O mandatário americano reiterou que o Irã não obterá armas nucleares e que os EUA monitoram o estreito de Ormuz.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã nesta quinta-feira (5.nov.2026), afirmando que os EUA estão "prontos e carregados" para intensificar ataques contra o país persa. A declaração foi feita em entrevista a jornalistas na Casa Branca, em meio às tensões militares no Oriente Médio e à presença de forças norte-americanas na região.

Trump avalia a possibilidade de "destruir o resto do país" iraniano caso não consiga impor suas condições ao governo de Teerã. "Acho que eles levarão de 25 a 30 anos para reconstruir o país. Eu preferiria não destruir o resto do país, se possível, mas talvez eu tenha que fazer isso. Vocês saberão em breve", declarou o presidente.

Controle e ultimato nuclear

O republicano detalhou o cenário do bloqueio militar promovido pelos EUA e o controle das rotas marítimas estratégicas, como o estreito de Ormuz. Ele classificou as ações norte-americanas na região como um sucesso de contenção e comparou a situação a uma "ocupação".

Apesar de não descartar a possibilidade de um acordo diplomático, Trump manteve o tom de ultimato. O presidente reiterou que o governo iraniano não tomará nenhuma decisão sobre seu programa nuclear sem o aval dos EUA. "Não importa o que eles estão analisando. Eles não vão ter uma arma nuclear. Eles sabem disso e eu também", afirmou.

Eficácia da estratégia militar

Trump argumentou que as operações dos EUA garantiram a livre circulação do fluxo de petróleo em Ormuz e minimizaram as baixas de soldados americanos. Ele usou esses pontos como justificativa para defender a eficácia da sua estratégia militar em comparação com conflitos históricos dos EUA, como as guerras do Vietnã e do Afeganistão.

O presidente deixou claro que o destino militar do Irã depende de uma rendição formal dos planos nucleares do país. Os EUA estão "prontos e carregados" para avançar para uma fase ainda mais destrutiva caso considerem necessário "certificar" que o Irã nunca mais represente uma ameaça.

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