Netanyahu em Al-Aqsa: Oração ou Jogada Eleitoral?

Destaques
- •Visita de Netanyahu à Mesquita de Al-Aqsa e ao Muro de Al Buraq em meio a celebrações religiosas.
- •Ação ocorre a pouco mais de um mês das eleições israelenses, com Netanyahu atrás nas pesquisas.
- •Hamas condena a visita como 'invasão' e 'provocação', citando o TPI.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma visita carregada de simbolismo aos túneis do Muro de Al Buraq, em Jerusalém Oriental, tocando a rocha e declarando que "aqui estamos e sempre permaneceremos".
A visita, que coincide com a véspera do Yom Kippur e a convocação de rituais em Al-Aqsa, acontece a pouco mais de um mês das eleições parlamentares, onde Netanyahu busca reeleição e aparece atrás nas pesquisas.
A ação gerou forte condenação do Hamas, que classificou a visita como "invasão" e "ataque flagrante à identidade" da mesquita, lembrando o mandado de prisão do TPI contra o premiê.
No dia seguinte, mais de 876 colonos israelenses invadiram os pátios da mesquita de Al-Aqsa sob proteção das forças israelenses, realizando orações e rituais talmúdicos, o que as autoridades palestinas denunciam como tentativa de alterar o status quo histórico e religioso do local.


