Indústria pede mais que 3,5% de crescimento e critica 'China' e governo analógico
Destaques
- •Brasil precisa crescer mais de 3,5% ao ano para gerar empregos e competitividade.
- •Baixo investimento (16,8% do PIB) é o principal obstáculo; meta seria 25%.
- •Crítica à entrada de produtos chineses subsidiados e defesa de política comercial.
- •Reforma tributária apoiada, mas alíquotas do IBS/CBS preocupam; carga abaixo de 25% é o ideal.
- •CEO da Gerdau defende continuidade da reforma tributária independentemente do governo.
O Brasil precisa acelerar o passo! Para gerar mais empregos e turbinar a competitividade, a indústria clama por um crescimento anual acima de 3,5%. O problema? O investimento está patinando em 16,8% do PIB, bem longe dos 25% necessários.
E não é só isso. A concorrência desleal com produtos estrangeiros, especialmente da China, e um governo que ainda opera no modo “analógico” são outros gargalos apontados.
A reforma tributária, vista com bons olhos pela simplificação, agora foca a atenção nas alíquotas do IBS e CBS. A meta é manter a carga tributária abaixo de 25% para não perder o bonde para concorrentes internacionais.
O CEO da Gerdau reforça o coro, defendendo a continuidade da reforma tributária a qualquer custo. Para ele, a redução da burocracia e a desoneração de investimentos são cruciais para a competitividade do setor. Afinal, a equipe tributária da Gerdau no Brasil tem 132 pessoas, contra apenas 2 nos EUA! 💰



