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Gerdau tem lucro líquido de R$ 1,52 bilhão no 3º trimestre, alta de 39,7%

27 de outubro de 2026
Gerdau tem lucro líquido de R$ 1,52 bilhão no 3º trimestre, alta de 39,7%

Destaques

  • •Lucro líquido ajustado da Gerdau saltou 39,7% no terceiro trimestre, atingindo R$ 1,52 bilhão.
  • •Resultado operacional (Ebitda) ajustado cresceu 37,8% na comparação anual, chegando a R$ 3,77 bilhões.
  • •Raízen propõe aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões para reforçar estrutura financeira.

A Gerdau (GGBR4) divulgou nesta segunda-feira (27) um lucro líquido ajustado de R$ 1,52 bilhão no terceiro trimestre de 2023. O resultado representa um salto de 39,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado ao mercado.

O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado também apresentou crescimento expressivo. A companhia apurou R$ 3,77 bilhões, um aumento de 37,8% na comparação anual.

Raízen propõe capitalização bilionária

Outro destaque do radar corporativo é a Raízen (RAIZ4), que propôs um aumento de capital privado com valor mínimo de R$ 3,5 bilhões e máximo de R$ 39,8 bilhões. A operação, que visa reforçar a estrutura de capital em linha com o plano de recuperação extrajudicial, depende de aprovação em assembleias de acionistas e deliberação do conselho.

O preço de emissão será de R$ 0,25 por ação nas ofertas de ações ordinárias (ON) e preferenciais classe B (PNB), e de R$ 0,50 por unit (composta por ON e ação preferencial classe A - PNA). Acionistas terão direito de preferência na subscrição.

A companhia recomenda a subscrição de Units, que se espera que tenham maior liquidez. Os recursos captados serão destinados integralmente à empresa. O total máximo previsto é de 159,2 bilhões de novas ações.

Outros destaques corporativos

A Hypera (HYPE3) divulgará seu balanço do terceiro trimestre após o fechamento do mercado nesta terça-feira (27). A Copel (CPLE3) aprovou a criação da Vice-Presidência de Operações em sua estrutura organizacional.

A Sanepar (SAPR11) informou que a Justiça homologou um acordo ambiental com o Ministério Público Federal, Ibama e Instituto Água e Terra, extinguindo um litígio com trânsito em julgado. Já a Profarma (PFRM3) teve sua controladora, a BMK Participações, firmando contrato para adquirir 38,18% da companhia detida pela BPL Brazil Holding Company, operação que aguarda aprovação do Cade.

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