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Dólar sobe com disputa pela Ptax e desemprego em 5,2%

30 de outubro de 2026
Dólar sobe com disputa pela Ptax e desemprego em 5,2%

Destaques

  • •Dólar à vista opera em alta de 0,24%, cotado a R$ 5,400, impulsionado pela formação da Ptax de fim de mês.
  • •Taxa de desemprego no Brasil registra 5,2% no trimestre até setembro, menor patamar da série histórica.
  • •Investidores monitoram volatilidade cambial e dados do mercado de trabalho em dia de formação da Ptax.

O dólar opera com alta ante o real nesta sexta-feira (30), a R$ 5,400 na venda, em um dia marcado pela disputa dos investidores pela formação da Ptax de fim de mês. O dólar futuro para novembro também sobe na B3, aos R$ 5,403. A Ptax, calculada pelo Banco Central, serve de referência para a liquidação de contratos futuros e sua formação no fim de cada mês pode gerar maior volatilidade no mercado.

Volatilidade na formação da Ptax

Agentes financeiros tentam direcionar a Ptax a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (apostando na alta do dólar) ou vendidas (apostando na baixa). Em função dessa disputa, é comum haver maior volatilidade na primeira metade da sessão, especialmente nos horários próximos às janelas de coleta de valores pelo BC, que ocorrem às 10h, 11h, 12h e 13h.

A cotação do dólar comercial no fechamento desta sexta-feira foi de R$ 5,400 para compra e R$ 5,400 para venda. O dólar futuro para novembro operava em alta de 0,30%, aos R$ 5,403.

Mercado de trabalho em foco

Em paralelo à movimentação cambial, o mercado também digeriu dados sobre o mercado de trabalho brasileiro. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,2% nos três meses até setembro, o menor patamar para esse intervalo na série histórica iniciada em 2012, segundo o IBGE. O resultado ficou em linha com as projeções do mercado financeiro.

A população desocupada diminuiu para 5,6 milhões de pessoas até setembro, uma queda de 4% em relação ao trimestre anterior. A população ocupada renovou o recorde da pesquisa, atingindo 103,6 milhões de brasileiros.

O setor da Construção civil se destacou com aumento na ocupação, enquanto outras nove atividades investigadas não apresentaram variações significativas. A renda dos trabalhadores permaneceu estável.

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