Cibercrime: Apenas 23% das empresas brasileiras têm plano B para ataques

Destaques
- •Custo global do cibercrime pode chegar a US$ 12,2 trilhões anuais.
- •Apenas 23% das organizações possuem processos estruturados de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN).
- •Maturidade cibernética avança, mas a probabilidade de ataques também cresce, indicando exposição maior.
Enquanto o cibercrime ameaça custar US$ 12,2 trilhões anuais globalmente, um dado alarmante surge no Brasil: apenas 23% das empresas têm planos estruturados para continuar operando após um ataque.
A pesquisa Panorama do Risco Cibernético 2026, da Vultus, mostrou que, apesar de um avanço de 5,6% na maturidade cibernética, a probabilidade de ataques subiu 3,7%. Isso significa que a defesa não acompanha o ritmo da exposição digital.
E o impacto é sério: o KillChain Score médio foi de 8,28 (de 10), indicando que, uma vez dentro, os hackers vão longe.
Isso deixa as operações, a receita e a reputação das empresas em risco.
A prioridade agora é transformar investimento em segurança em capacidade real de resposta e continuidade. Afinal, não adianta ter um escudo se você não sabe como usá-lo quando a flecha vem 🏹.

