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Split Payment: O Pix tributário que adia o sufoco, mas exige preparo tecnológico urgente

17 de julho de 2026

Destaques

  • Implementação do split payment adiada para 2027.
  • 2026 será crucial para adaptação tecnológica das empresas.
  • Impacto financeiro no caixa das empresas, reduzindo capital de giro temporário.

Atenção, galera! Aquela novidade sobre o split payment, a ferramenta que vai reter e recolher tributos automaticamente, ganhou um respiro. A implementação foi jogada para 2027.

Mas ó, não se enganem: 2026 já está batendo na porta e será o ano mais tenso para as empresas se prepararem tecnologicamente. A infraestrutura prometida pelo Governo vai ter que aguentar um tráfego de dados maior que o do Pix!

A brincadeira vai exigir integração total entre fintechs, bancos, sistemas de gestão (ERPs), plataformas de pagamento e a Receita. Quem não se ligar nisso, vai ter dor de cabeça.

O papo é reto: o maior desafio agora não é fiscal, é tecnológico. Preparem o bolso para modernização, APIs, governança de dados e tudo mais. Quem sair na frente, sofre menos.

E tem mais: o dinheiro que hoje roda no caixa da empresa, funcionando como capital de giro temporário, vai sumir. Para um faturamento de R$ 750 mil mensais, isso pode significar quase R$ 200 mil a menos circulando antes do recolhimento do imposto. O varejo de baixa margem e quem tem ciclos longos vai sentir o baque.

Mas calma, o mercado financeiro brasileiro já provou que dá conta do recado com o Pix e o Open Finance. A ideia é que o split payment acelere ainda mais a união entre pagamentos, tecnologia e gestão tributária. 💰

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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