BlackRock aumenta participação em 14 empresas da bolsa brasileira após eleições
Destaques
- •Gestora americana ampliou posições em companhias como Bradesco, B3 e Gerdau após o primeiro turno das eleições.
- •A movimentação coincide com o rali da B3 e a expansão de ETFs da BlackRock com exposição ao Brasil, como o EWZ.
- •Acompanhar se essa tendência de investimento se mantém e quais os próximos movimentos da gestora no mercado brasileiro.
Olha só essa movimentação nos bastidores da bolsa brasileira. Logo após o primeiro turno das eleições, a gigante americana BlackRock deu uma turbinada nas suas participações em pelo menos 14 empresas listadas na B3.
O timing não foi à toa. A gestora aproveitou o rali de otimismo que tomou conta do mercado a partir de 5 de outubro, quando os investidores começaram a apostar em uma mudança na política econômica. Empresas como Bradesco, B3, Gerdau e Equatorial foram algumas das que viram a participação da BlackRock crescer, superando em alguns casos os 10% das ações.
Essa estratégia se alinha com o aumento de cotas em ETFs que replicam o mercado brasileiro, como o famoso EWZ, negociado nos EUA. Isso indica uma entrada significativa de capital estrangeiro, buscando exposição às empresas brasileiras.
A análise, feita com ajuda de inteligência artificial pelo InvestNews, considerou comunicados oficiais de empresas à CVM, onde a BlackRock declarou que suas aquisições são para fins de investimento, sem intenção de controle.


