TSE Abre as Portas: Democracias Maduras Não Temem Observadores
Destaques
- •Diretora do TSE, Renata Gil, destaca transparência e segurança das urnas eletrônicas.
- •Diversas entidades internacionais, como OEA e União Europeia, foram convidadas para observar as eleições.
- •Programa de observação eleitoral visa fortalecer o diálogo entre democracias e a confiança no processo.
A diretora para Assuntos Internacionais do TSE, Renata Gil, mandou um recado claro: "democracias maduras não temem ser observadas". Ela abriu um seminário para receber convidados internacionais que vão acompanhar de perto as eleições brasileiras.
O evento, que contou com a presença de ex-ministros e embaixadores de países como Chile, Paraguai e Uruguai, reforça o compromisso do Brasil com a transparência eleitoral. O programa, que existe desde 2010, já recebeu a OEA, a União Europeia e o Parlamento do Mercosul, entre outros.
A fala de Gil enfatizou a evolução contínua da tecnologia eleitoral brasileira, garantindo segurança, transparência e auditabilidade. A ideia é que os observadores conheçam os mecanismos, façam perguntas e testemunhem o processo democrático brasileiro.


