Trump 2.0: Militarismo e Repressão como Sinal de Crise
Destaques
- •Governo Trump 2.0 intensifica intervenção militar na Venezuela e ações coercitivas na América Latina.
- •Ações domésticas incluem repressão a imigrantes e ameaça de uso do Insurrection Act.
- •Análise aponta que o uso de violência é uma reação defensiva à crise hegemônica dos EUA, não sinal de força.
O início de 2026 já mostra um governo Trump voltado para a violência, tanto dentro quanto fora dos EUA. A intervenção militar na Venezuela e a ameaça de expandir a presença coercitiva na América Latina são destaques externos.
Internamente, o ICE intensificou ações contra imigrantes, culminando em mortes e na ameaça de usar o Insurrection Act, que permite o emprego das Forças Armadas contra a própria população. O cenário reflete uma tentativa de administrar uma crise mais profunda do poder norte-americano.
Ou seja, o uso recorrente de dispositivos de coerção é uma reação defensiva diante de um processo de declínio.
A análise, baseada em Antonio Gramsci, sugere que a hegemonia se sustenta pela combinação de consenso e coerção. A crise atual força os EUA a recorrerem à regulação autoritária como estratégia de sobrevivência, com mobilizações populares surgindo como contraponto. 📉




