Tesouro Direto: Prefixados sobem e interrompem queda; IPCA-15 no radar

Destaques
- •Taxas dos títulos prefixados do Tesouro Direto voltaram a subir nesta quinta-feira.
- •O Tesouro Prefixado 2032 agora rende 14,14% ao ano, revertendo parte das quedas recentes.
- •Mercado aguarda divulgação do IPCA-15 de setembro, que pode influenciar os juros.
Atenção, investidor! As taxas dos títulos prefixados do Tesouro Direto deram um respiro e voltaram a subir nesta quinta-feira (24), interrompendo a sequência de quedas da semana.
O queridinho Tesouro Prefixado 2032, por exemplo, voltou a bater os 14,14% ao ano. Essa alta, embora pequena, devolve parte do ganho que os investidores tiveram desde o pico do susto fiscal na semana passada.
Enquanto isso, os títulos atrelados à inflação, os IPCA+, ficaram praticamente parados, com o vencimento 2032 oferecendo IPCA + 7,68%, o maior juro real da lista.
Mas o que isso significa na prática?
A inflação implícita nos papéis de 2032 voltou a rondar os 6% ao ano. Fique de olho, pois amanhã sai o IPCA-15 de setembro, um termômetro importante para a próxima decisão sobre a Selic. 📈



