Próximo presidente brasileiro enfrentará geopolítica complexa e EUA de Trump

Destaques
- •Futuro presidente do Brasil terá agenda externa desafiadora com EUA, China e América do Sul fragmentada.
- •Relação com os EUA, sob possível governo Trump, será crucial para a política externa brasileira.
- •Acompanhar as eleições nos EUA, Europa e América do Sul para entender o cenário global.
O próximo presidente do Brasil herdará um cenário geopolítico global significativamente mais complexo do que o atual. Especialistas apontam que a relação com os Estados Unidos, especialmente em um eventual segundo mandato de Donald Trump, será um dos principais eixos da política externa brasileira.
Além disso, o Brasil precisará navegar na acirrada competição entre Washington e Pequim, buscando uma posição de equilíbrio sem ser capturado por nenhuma das potências. A reconstrução da coordenação política e econômica na fragmentada América do Sul também se apresenta como um desafio imediato.
O cenário internacional é marcado pela chamada 'surrealpolitik', onde a falta de coerência e regulação prevalece. As eleições nos Estados Unidos, França, Argentina e Espanha podem reconfigurar alianças e dinâmicas de poder, exigindo do Brasil uma estratégia de negociação trilateral para evitar ser pego na rivalidade.

