Precatórios do Sucro: STF em Risco e CNJ na Cola de Juiz Ligado ao Banco Master
Destaques
- •Ministro Gilmar Mendes pede que caso de precatórios sucroalcooleiros seja julgado em plenário no STF.
- •CNJ suspende R$ 4,7 bilhões em precatórios e devolve ao Tesouro Nacional.
- •Juiz Newton Ramos, ligado ao Banco Master, é alvo de operação do CNJ.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, deu um passo ousado e pediu que o julgamento sobre o pagamento de precatórios para usinas sucroalcooleiras seja levado ao plenário da Corte, e não decidido em uma turma menor. O caso, que já envolve o escândalo do Banco Master e citações a ministros, pode impactar diretamente as contas públicas.
A movimentação surge em meio a uma decisão do CNJ que suspendeu o pagamento de R$ 4,7 bilhões em precatórios do setor, devolvendo o montante ao Tesouro Nacional. Essa grana estava depositada em contas judiciais e ligada a indústrias de açúcar e etanol que aparecem em investigações sobre a expedição irregular desses pagamentos.
Enquanto isso, o juiz Newton Ramos, que atuou como auxiliar do ministro Kassio Nunes Marques e teve seu escritório contratado pelo Banco Master para atuar em precatórios, virou alvo de uma operação sigilosa do CNJ. A ação busca levantar informações sobre processos que envolvem o setor sucroalcooleiro, e o juiz, apesar de tudo, segue no exercício de sua jurisdição.



