FIDC: CMN aperta regras para fundos que apostam em 'dinheiro de briga'

Destaques
- •Novas regras para FIDCs que investem em créditos judiciais e de arbitragem.
- •Objetivo é reduzir risco para investidores em ativos de valor e recebimento incertos.
- •Ações visam aumentar segurança e integridade do mercado de capitais.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) deu um chega pra lá nos FIDCs que apostam em direitos creditórios vindos de ações judiciais e arbitragens. A partir de agora, esses fundos não podem mais comprar novos ativos se ainda houver dúvida sobre o valor exato a ser recebido e a chance de o pagamento rolar.
A ideia é blindar o investidor de cair em cilada com papéis cujo valor e prazo de recebimento são uma verdadeira incógnita.
Isso porque, segundo a CVM, já tem gente com R$ 35,2 bilhões em estoque desse tipo de crédito.
A nova regra não força a venda do que já está na carteira, mas exige mais rigor na avaliação e transparência para quem já investiu.
No fim das contas, o objetivo é dar mais segurança ao investidor e manter a integridade do mercado de capitais.


