Mudanças Climáticas: O SUS está pronto para o caos?

Destaques
- •29% dos estabelecimentos de saúde, 26% dos leitos e 20% dos leitos de UTI no Brasil estão em áreas de risco de desastres naturais.
- •Apesar de avanços pós-COVID, o Brasil carece de medidas permanentes para emergências climáticas.
- •Candidatos à presidência focam em infraestrutura e agronegócio, negligenciando a saúde pública.
As mudanças climáticas não são só sobre o meio ambiente, elas batem forte na porta do Sistema Único de Saúde (SUS). Eventos extremos como ondas de calor e enchentes já colocam em risco uma parte considerável da infraestrutura de saúde brasileira.
Embora o Brasil tenha dado alguns passos importantes após a pandemia de COVID-19, como a criação de departamentos de emergência em saúde pública, a falta de medidas permanentes aprovadas deixa um vácuo preocupante.
A análise das propostas dos principais candidatos à presidência revela um foco maior em infraestrutura e no agronegócio, com pouca ou nenhuma atenção direta aos impactos na saúde pública e à necessidade de prevenção coordenada entre os órgãos.
A prioridade, segundo especialistas, seria a integração de dados e o investimento em prevenção, preparando a estrutura de saúde para agir antes que o desastre se torne mais um problema a ser resolvido. 📉



