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Lula quer leiloar hidrovias, mas indígenas travam porto e acendem alerta no Congresso

20 de fevereiro de 2026
Lula quer leiloar hidrovias, mas indígenas travam porto e acendem alerta no Congresso

Destaques

  • Decreto presidencial para concessão de hidrovias na Região Norte gera forte oposição.
  • Indígenas paralisaram porto da Cargill no Pará e a disputa chegou aos tribunais.
  • Deputadas da base aliada criticam o plano, temendo 'privatização dos rios' e impactos ambientais.

Um decreto do Presidente Lula, visto como porta de entrada para leilões de concessão de hidrovias na Região Norte, está acendendo um fogo cruzado. Indígenas já paralisaram um porto crucial no Pará para protestar, e o movimento ganhou apoio até de aliados do governo no Congresso.

A polêmica gira em torno de um decreto de agosto de 2025 que incluiu hidrovias nos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Plano Nacional de Desestatização. Opositores já apelidaram a medida de 'decreto da privatização dos rios', temendo consequências ambientais e o avanço do agronegócio predatório.

E a coisa esquentou...

O protesto mais visível é a paralisação de um terminal da Cargill em Santarém, que levou a disputa aos tribunais. Decisões judiciais recentes ordenaram a atuação federal para liberar o local, mostrando que a briga é séria. Enquanto isso, o governo planeja o primeiro leilão de hidrovia do país no rio Paraguai, com investimento de R$ 63 milhões.

A briga entre desenvolvimento e preservação na Amazônia está apenas começando. 📈

Fontes

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