Lobista levanta suspeitas sobre contratos de R$ 2 bi de empresa ligada a Lulinha
Destaques
- •Lobista cita Amauri Pinha, presidente da ECB, como vizinho de Lulinha e levanta suspeitas sobre contratos de R$ 2 bilhões.
- •Grupo Mota-Engil, dono da ECB, não se manifestou sobre as declarações.
- •Acompanhar a resposta do governo federal e do Grupo Mota-Engil às alegações.
O nome de Amauri Pinha, presidente do Conselho de Administração da ECB (Empresa Construtora Brasil), foi citado por uma lobista em relação a contratos com o governo federal. A lobista Roberta Luchsinger sugeriu que a proximidade de Pinha com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, pode ter influenciado a assinatura de contratos que somam R$ 2 bilhões no Brasil desde janeiro de 2025.
Luchsinger questionou a relação, afirmando que Pinha é "vizinho" de Lulinha e que o presidente da República deveria investigar. A declaração foi feita durante entrevista à CNN Brasil, onde a lobista foi questionada sobre a participação de Lulinha em negociações de construtoras com o governo.
A ECB, parte do Grupo Mota-Engil, tem um histórico de contratos significativos, incluindo um de R$ 4,4 bilhões com a Petrobras para a Reduc e a participação no leilão da PPP do túnel Santos-Guarujá em 2026. O Grupo Mota-Engil não comentou as alegações até o momento.


