Gigantes brasileiros de olho na Venezuela: J&F, Eneva e Alvorada buscam ouro negro

Destaques
- •Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas produção aquém do potencial.
- •Empresas brasileiras como Fluxus (J&F), Eneva e Alvorada exploram oportunidades no país.
- •Alvorada já opera em três blocos, Fluxus adquiriu participação em joint venture, e Eneva foca em infraestrutura energética.
A Venezuela, dona das maiores reservas de petróleo do mundo, vive um paradoxo: produção em baixa histórica. Agora, com um novo cenário político, empresas brasileiras estão de olho no ouro negro.
Três nomes se destacam: a Fluxus, braço de óleo e gás da J&F; a Eneva, focada em gás natural e energia; e a Alvorada, uma junior oil que já opera no país.
A Alvorada, pioneira, investiu US$ 30 milhões em três blocos da PDVSA, produzindo 4 mil barris/dia. A J&F, via Fluxus, adquiriu 49% da joint venture Petrolera Roraima, com meta de 120 mil bpd. Já a Eneva assinou um memorando com a Halliburton para explorar a geração de energia a partir do gás venezuelano, crucial para a retomada da produção.
A aposta é alta: a Venezuela busca voltar aos 3 milhões de barris diários, um feito que exigirá infraestrutura robusta e energia, justamente onde a Eneva quer atuar. 💰

