Geração Z: Cética com tecnologia, cobra ação climática real

Destaques
- •Confiança em soluções tecnológicas para o clima diminui nas gerações mais jovens.
- •Geração Z, a mais digital, é a mais cética e frustrada com a inação e lucros de poucos.
- •Mudança de foco: de 'solução tecnológica mágica' para 'abundância e inclusão' e pressão por mudanças no modelo de negócios.
Esqueça a ideia de que os jovens são os maiores fãs da tecnologia para salvar o planeta. Uma reviravolta surpreendente mostra que a confiança em soluções tecnológicas para as mudanças climáticas está diminuindo a cada geração mais nova.
Enquanto os Boomers viram o governo agir e resolver problemas ambientais locais, a Geração X sentiu a piora climática na pele. Já os Millennials apostaram no otimismo tecnológico e no Acordo de Paris, mas a realidade de metas sendo ultrapassadas e a demanda crescente de IA jogam um balde de água fria.
A Geração Z, a mais conectada, é a mais cética. Ativistas como Hannah Testa criticam a espera por invenções milagrosas e focam a frustração em bilionários e lobistas. A aposta agora é em promover abundância, não sacrifício, com transporte público e telhados verdes, inspirados pela rápida mudança de hábitos vista na pandemia.
A transição de poder é clara: as gerações mais jovens, com menos poder hoje, estão prestes a assumir o controle de conselhos, investimentos e urnas. Elas exigirão mudanças reais e imediatas na condução dos negócios, não apenas promessas tecnológicas. 🌍
