Filme de Bolsonaro financiado com dinheiro do crime organizado?
Destaques
- •Ministro da Fazenda aponta ligação entre financiamento do filme 'Dark Horse' e crime organizado.
- •Grupo Entre Investimentos teria recebido fundos do crime e do Banco Master.
- •Investigação mira lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio em esquema de R$ 11,6 bilhões.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, jogou uma bomba: tudo indica que o dinheiro que financiou o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, veio do “mesmo bolso” de uma estrutura que misturava fundos do crime organizado.
A investigação, batizada de Operação Carbono Oculto, aponta que o Grupo Entre Investimentos, de Antônio Carlos Freixo Júnior, funcionava como um receptor de liquidez, recebendo dinheiro tanto do Banco Master quanto de organizações criminosas, como o PCC.
A suspeita é que esse esquema movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões e foi usado para lavar dinheiro, corromper e ocultar patrimônio.
A consequência prática é que a origem dos recursos para o filme, que já era polêmica, agora ganha contornos ainda mais sombrios.
A briga política esquentou com o senador Rogério Marinho acusando o AGU, Jorge Messias, de ser um “militante do PT” após Messias postar sobre a decisão do CNJ que cancelou R$ 4,7 bilhões em precatórios do Banco Master. A troca de farpas levanta dúvidas sobre a relação de Flávio Bolsonaro com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o financiamento do filme. 📉

