Exportadoras do Simples: a encruzilhada tributária da reforma
Destaques
- •Empresas exportadoras no Simples Nacional têm até 30 de outubro para decidir entre o regime tradicional ou o 'híbrido' pós-reforma tributária.
- •A migração para o regime híbrido pode permitir a recuperação de créditos de IBS e CBS embutidos nas compras, especialmente vantajoso para quem exporta, pois essas vendas não geram os novos tributos.
- •A decisão final depende da análise da cadeia de suprimentos, volume de compras tributadas, e participação das vendas no mercado interno versus exportações.
Atenção, exportadoras no Simples Nacional! Vocês têm um prazo apertado, até 30 de outubro, para decidir um ponto crucial: continuar no Simples tradicional ou migrar para o novo regime híbrido pós-reforma tributária.
A grande sacada para quem vende para fora é a possibilidade de recuperar créditos tributários de IBS e CBS embutidos nas compras. Como as exportações não incidem sobre esses novos impostos, esses créditos podem ser usados para abater outras despesas ou até solicitados em dinheiro.
Mas calma, não é uma decisão automática. O melhor caminho depende muito do seu perfil: quem são seus fornecedores (se são do Simples ou regime regular), o volume de compras e o quanto você vende para o mercado interno. Mapear sua cadeia de suprimentos é o primeiro passo para não errar na escolha. 💰


