Eleições mexem com juros e dólar: Tesouro Direto sente o impacto

Destaques
- •Pesquisas eleitorais indicam vantagem de Flávio Bolsonaro, impactando expectativas de mercado.
- •Taxas de títulos públicos do Tesouro Direto recuam após cenário eleitoral favorável à disciplina fiscal.
- •Investidores apostam em juros menores e dólar mais baixo com possível novo governo.
O mercado financeiro reagiu forte às últimas pesquisas eleitorais. Com Flávio Bolsonaro (PL) aparecendo à frente de Lula (PT) no segundo turno, a expectativa por mais disciplina fiscal e juros menores no futuro ganhou força.
Essa mudança de perspectiva já se reflete no Tesouro Direto, onde as taxas dos títulos públicos recuaram. Títulos prefixados e atrelados ao IPCA viram seus rendimentos anuais caírem, o que significa que o preço dos títulos subiu.
A aposta é que, com um governo focado em contas públicas, o dólar pode cair abaixo de R$ 5 e a bolsa brasileira, o Ibovespa, pode alcançar novos patamares. Quem já tem títulos, especialmente os de longo prazo, pode ver o valor da sua aplicação aumentar significativamente pela marcação a mercado.


