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Custo alto impede 65% de pacientes de continuar com canetas emagrecedoras

15 de outubro de 2026

Destaques

  • •Apenas 28% dos pacientes conseguem arcar com o tratamento contínuo das canetas emagrecedoras.
  • •Médicos indicam medicamentos à base de GLP-1 para 9 em cada 10 pacientes com sobrepeso.
  • •Anvisa alerta sobre riscos de medicamentos ilegais e compra sem receita médica.

A popularidade das canetas emagrecedoras, medicamentos à base de GLP-1, disparou no Brasil, com menções nas redes sociais crescendo 86% em seis meses. Apesar da alta demanda, o custo elevado se tornou um obstáculo intransponível para a maioria.

Uma análise da Brace Pharma revelou que cerca de 65% dos pacientes não conseguem manter a dosagem ou continuar o tratamento por questões financeiras. Apenas 28% das pessoas aptas ao tratamento conseguem arcar com os custos de forma contínua.

O alto preço também impulsiona a busca por alternativas ilegais. Cerca de 91,4% das menções sobre canetas emagrecedoras envolvem compra sem receita e conversas sobre como obter o medicamento de forma irregular.

A Anvisa desaconselha o uso de medicamentos ilegais, pois não foram avaliados pela agência e podem apresentar sérios riscos à saúde. Especialistas alertam para o efeito sanfona e efeitos colaterais graves como obstrução intestinal e laceração de esôfago, além de reforçar que o comércio ilegal é crime.

Fontes

https://www.cnnbrasil.com.br/feed/

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