Coreia do Sul quer carne brasileira, mas entraves sanitários freiam o negócio

Destaques
- •Coreia do Sul é o 4º maior comprador de carne bovina do mundo, com 60% do consumo importado.
- •Brasil, maior exportador global, ainda não tem acordo sanitário para vender carne bovina in natura para o país asiático.
- •A ausência de acordo sanitário e a concorrência com EUA e Austrália são os principais obstáculos.
A Coreia do Sul, um gigante consumidor de carne bovina, mira o Brasil para suprir suas necessidades. O país asiático importa cerca de 60% da carne que consome, movimentando US$ 6,9 bilhões anualmente.
O Brasil, líder mundial em exportação de carne bovina, esbarra em um obstáculo: a falta de um acordo sanitário para o produto in natura. Apesar de já vender frango e suínos para lá, o mercado de carne bovina segue fechado há décadas.
A concorrência com Estados Unidos e Austrália, que já possuem acordos vantajosos, e as complexas exigências sanitárias sul-coreanas tornam a negociação um desafio. A expectativa de abertura é baixa no curto prazo, exigindo longas análises técnicas e de protocolos.
O avanço nas tarifas zero entre EUA e Coreia do Sul, previsto para 2026, intensifica a disputa pelo mercado. 📉




