CEO de TI: Liderança de 2010 não serve para IA de 2026

Destaques
- •A IA exige uma mudança de mentalidade na liderança de TI, saindo do controle para potencializar a criatividade.
- •O valor de um time agora é medido pela 'densidade de impacto', não pelo volume de entregas.
- •Empresas que tratam talentos como engrenagens estão perdendo dinheiro e atrofiando sua operação.
A nova onda de IA chegou e está mexendo com o mercado de trabalho, mas parece que muitos líderes de TI ainda estão presos em uma mentalidade de 2010.
O papo agora é outro: em vez de controlar processos, a ordem é potencializar a capacidade criativa das pessoas. O foco muda do volume de entregas para a densidade de impacto, onde profissionais de elite agem como sócios do problema.
Se a sua equipe de tecnologia parece uma linha de montagem, o problema não é a ferramenta, é a sua visão de escala.
A tecnologia não veio para substituir o talento, mas para exigir que paremos de tratar pessoas como engrenagens. O nível júnior está sendo redefinido, exigindo mais discernimento do que execução pura.
O líder agora tem o papel de curador de contextos e de ter a coragem de tomar decisões com dados ambíguos. O desafio é abandonar o papel de "capataz de luxo" e entender que um time grande é uma potência, desde que seja um exército de pensadores.




