Campanha Eleitoral 2026: Redes Sociais, Crise no STF e o Dilema do Eleitor Brasileiro
Destaques
- •Mudança radical na forma de consumo de campanhas eleitorais, focando em cortes para redes sociais.
- •Crescente descrença na política e giro à direita na América Latina impactam o cenário brasileiro.
- •Crise histórica no STF e escândalo do Banco Master geram crise de legitimidade e reforçam visão neoliberal.
A comunicação política mudou para sempre: hoje, as campanhas eleitorais são consumidas em cortes rápidos para redes sociais, e o eleitor médio não se dedica mais a um acompanhamento aprofundado.
Essa dinâmica, somada a uma descrença generalizada na política e um giro à direita na América Latina, cria um cenário complexo para a eleição de 2026.
A crise histórica do STF e o escândalo do Banco Master, por exemplo, minam a legitimidade das instituições e reforçam uma visão de que a única saída é o esforço individual.
Apesar dos indicadores econômicos positivos, a percepção de melhora na vida do brasileiro médio não acompanha, o que pode levar a uma busca por mudança, mesmo com a dificuldade de virar votos em um cenário polarizado.
Candidatos a governos estaduais, como Eduardo Paes e Tarcísio de Freitas, buscam construir espaços próprios, dialogando com eleitores independentes e se distanciando de alinhamentos automáticos, uma mudança significativa em relação a 2022. 📉




