Braskem: Justiça aperta o cerco na recuperação extrajudicial
Destaques
- •Decisão judicial impõe novas regras à recuperação extrajudicial da Braskem e subsidiárias.
- •Duas empresas do grupo perdem proteção contra credores por não atingirem quórum mínimo.
- •Suspensão de novos desembolsos na operação mexicana Braskem Idesa e nomeação de administradora judicial.
A Braskem recebeu um balde de água fria da Justiça de São Paulo. Uma decisão da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais mexeu nos planos da petroquímica em sua recuperação extrajudicial, que envolve cerca de US$ 11 bilhões em dívidas.
O judiciário decidiu que cada empresa do grupo precisa correr atrás do seu próprio apoio de credores, e como duas subsidiárias não bateram a meta mínima de um terço das dívidas, elas perderam a proteção temporária contra cobranças. Além disso, novos desembolsos na operação mexicana Braskem Idesa foram suspensos e uma administradora judicial foi nomeada para auditar tudo.
A Braskem agora avalia os próximos passos, mas o cenário ficou mais complexo.
A decisão, que ainda aguarda publicação oficial, impacta diretamente a estratégia da companhia em reestruturar seu passivo bilionário. 📉



