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Brasil abre a ONU de novo: a tradição que nos dá voz global

17 de setembro de 2026

Destaques

  • Brasil mantém a tradição de ser o primeiro a discursar na Assembleia Geral da ONU.
  • A prática, iniciada em 1949, confere ao país visibilidade estratégica e poder simbólico.
  • Discursos brasileiros historicamente pautam debates globais sobre fome, pobreza e multilateralismo.

Adivinha quem vai abrir o palco principal da ONU em Nova York? Sim, é o Brasil! Pelo jeito, a tradição de ser o primeiro a discursar na Assembleia Geral continua firme e forte, com o presidente Lula subindo à tribuna na próxima terça-feira.

Essa honraria não é à toa. Começou lá em 1949, em plena Guerra Fria, pra evitar que um lado levasse vantagem. Virou um costume que, segundo os diplomatas, dá um peso estratégico danado pro nosso país.

É a chance de o Brasil não só projetar sua visão de mundo, mas também de defender temas cruciais como o combate à fome e a reforma das instituições globais.

A tradição, que já atravessou décadas e diferentes governos, mostra a confiança na diplomacia brasileira e garante que o país seja ouvido, mesmo sem ser uma superpotência. É, basicamente, um holofote garantido para os nossos recados ao mundo.

E olha que o presidente Lula ainda pode ter um encontro com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, mostrando que a agenda brasileira por lá vai além do discurso oficial. 🌎

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/politica/rss2.xmlhttps://feeds.bbci.co.uk/portuguese/rss.xml

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