Bolsa Família sobe 15% e acende alerta eleitoral e fiscal

Destaques
- •Governo anuncia reajuste de 15,04% no Bolsa Família, elevando o piso para R$ 691.
- •Ação ocorre em meio a disputa eleitoral acirrada, com pesquisas indicando empate técnico para Lula.
- •AGU defende que reajuste é mera reposição inflacionária e não viola legislação eleitoral.
Atenção, galera! O Governo Federal acaba de anunciar um reajuste de 15,04% no Bolsa Família, elevando o valor mínimo de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro. A justificativa oficial é a recomposição da inflação acumulada desde março de 2023.
A medida, porém, já acende um alerta duplo: eleitoral e fiscal. Com as pesquisas mostrando uma disputa cada vez mais apertada para o presidente Lula em 2026, o timing do anúncio levanta suspeitas de manobra política.
A Advocacia-Geral da União (AGU) correu para defender a legalidade da ação, argumentando que se trata de uma correção monetária e não de um aumento real de benefício, o que estaria fora do alcance das proibições eleitorais. Mas a oposição já sinalizou que vai acionar a Justiça Eleitoral.
O impacto fiscal previsto é de R$ 5,8 bilhões ainda em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027. O mercado reagiu com cautela, e os juros futuros e o dólar já sentiram a pressão. 📉


