Bancários da Caixa e Correios seguem em greve: TST decide o futuro

Destaques
- •Greve de funcionários da Caixa e Correios chega ao 14º dia sem acordo.
- •Principal ponto de discórdia é o plano de saúde (Saúde Caixa e CorreiosSaúde).
- •Funcionários rejeitaram propostas de reajuste e mudanças no custeio dos planos de saúde.
- •Caixa leva o caso ao TST via dissídio coletivo; Correios aguarda julgamento nesta quinta (24).
A paralisação de funcionários da Caixa Econômica Federal e dos Correios já dura 14 dias e, pelo visto, não tem data para acabar. As categorias rejeitaram as últimas propostas apresentadas, e o impasse agora segue em duas frentes distintas no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
No caso da Caixa, a tentativa de acordo mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) não deu em nada. A instituição decidiu levar a questão ao TST por meio de um dissídio coletivo. Já nos Correios, o julgamento do dissídio que envolve a greve será retomado nesta quinta-feira (24).
O principal ponto de atrito em ambas as greves é o plano de saúde. Os trabalhadores temem que as mudanças propostas no custeio elevem os gastos para os empregados, aposentados e pensionistas. Além disso, as negociações salariais e outros benefícios também estão em jogo.
Enquanto o impasse continua, serviços essenciais como pagamentos de contas, saques e movimentações do Bolsa Família seguem funcionando por canais digitais e alternativos. No entanto, atrasos em encomendas e processos de financiamento podem ocorrer. A expectativa agora fica para as decisões do TST, que podem definir o fim ou a continuidade da greve. 📉



