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Argentina: Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais em 31 meses

23 de setembro de 2026
Argentina: Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais em 31 meses

Destaques

  • Queda de 6,1% no total de companhias registradas no país.
  • Perda de 245,6 mil postos de emprego privado formal.
  • Setores industriais sofrem retração, com destaque para eletrônicos e médicos.

A Argentina de Javier Milei viu 31.342 empresas sumirem do mapa em pouco mais de dois anos. É um baque de 6,1% no total de companhias registradas no país.

Essa debandada de negócios se reflete diretamente no mercado de trabalho: foram 245,6 mil empregos formais privados a menos, uma queda de 3,9%.

A situação é tão crítica que o número de empresas fechadas se compara ao período da pandemia. Apenas a província de Neuquén, impulsionada pelo gás de Vaca Muerta, foge à regra.

O impacto na indústria é pesado, com retração de 2,6% em 12 meses. Setores como o de equipamentos eletrônicos e médicos sentem o golpe mais forte, com queda de 19,1%.

Apesar da queda na inflação, que saiu de 289% para 33,5% em um ano, a economia argentina mostra sinais de fragilidade. Especialistas apontam que a moeda sobrevalorizada, o corte de gastos e empréstimos do FMI sustentam essa estabilidade, mas prejudicam a indústria e o emprego.

O cenário é de alerta, mesmo para publicações como a The Economist, que já apontou que salários reais estão menores e empregos formais desaparecendo. 📉

Fontes

https://www.poder360.com.br/feed/

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