A onda 'Militar' nas urnas: menos policiais, mas ainda fortes no Congresso
Destaques
- •Número de eleitos com ocupação policial ou militar cai em relação a 2022 e 2018.
- •Ainda assim, 18 representantes desse segmento garantiram cadeiras na Câmara e no Senado.
- •Tendência de 'militarização' da política segue presente, com foco em segurança e ordem.
A onda de eleitos com perfil de segurança pública parece ter perdido um pouco de força nas urnas de 2026. Dos 18 policiais civis, militares ou membros das Forças Armadas que conquistaram assentos na Câmara e no Senado, o número é menor que em 2022 (20) e 2018 (21).
Apesar da leve queda, a presença desse grupo na política brasileira continua significativa, refletindo um eleitorado que busca, em parte, a sensação de ordem e segurança.
Ainda assim, o cenário mostra uma adaptação, com alguns nomes de peso não declarando explicitamente a ocupação de policial, como o senador eleito por São Paulo, Guilherme Derrite, que se registrou como 'deputado'.
Ainda há 26 eleitos para assembleias estaduais, mostrando que a influência desses profissionais na política segue firme em diversas esferas. 📉


