Venezuela bate de frente com a Corte Internacional e reafirma direitos sobre Essequibo

Destaques
- •Venezuela reitera sua posição na Corte Internacional de Justiça (CIJ) sobre a disputa territorial do Essequibo.
- •País apresentou mais de três mil páginas de documentos históricos para sustentar sua reivindicação.
- •Governo venezuelano não reconhece a jurisdição da CIJ e defende o Acordo de Genebra de 1966 como única via para solução.
A Venezuela, através de sua presidente interina Delcy Rodríguez, jogou um balde de água fria na Corte Internacional de Justiça (CIJ). Durante as audiências em Haia, o país reafirmou sua posição de que os direitos históricos sobre o Essequibo são claros e inquestionáveis.
Para dar peso à tese, foram apresentados mais de três mil páginas de documentos, incluindo mapas e correspondências diplomáticas de 1777. A estratégia é clara: anular a decisão arbitral de 1899 e validar o Acordo de Genebra de 1966 como o único caminho para resolver a disputa territorial com a Guiana.
O recado foi dado: a Venezuela não reconhece a jurisdição da CIJ no caso e prefere o diálogo direto com a Guiana. A bola agora está com a Guiana e o tribunal, mas a Venezuela já mostrou que não vai ceder fácil. 🗺️




