Vale: cobre ganha força e analistas veem potencial de valorização
Destaques
- •Vale aposta em produção de 700 mil toneladas de cobre anuais até 2035, impulsionada pela subsidiária Vale Base Metals (VBM).
- •Ouro como subproduto do cobre pode adicionar até 10% às receitas da VBM e reduzir custos.
- •Analistas do BTG Pactual recomendam compra da ação, com preço-alvo de R$ 90.
A Vale está cada vez mais focada em diversificar suas receitas além do minério de ferro. A mineradora projeta um crescimento expressivo na produção de cobre, com a meta de atingir 700 mil toneladas anuais até 2035, impulsionada pela sua subsidiária Vale Base Metals (VBM).
Essa expansão, que conta com o apoio de reservas e recursos robustos, enfrenta desafios como licenciamento e desenvolvimento de projetos. No entanto, a estratégia da VBM também inclui a exploração de ouro como subproduto do cobre, o que pode agregar valor significativo.
O ouro, extraído em operações como Alemão e Salobo, pode representar entre 5% a 10% das receitas esperadas da VBM, além de otimizar custos. Essa diversificação contribui para que a Vale seja vista de forma mais completa pelo mercado.
Apesar do otimismo com o cobre, a mineradora mantém uma visão construtiva para o minério de ferro, prevendo um mercado global equilibrado. A XP recomenda a ação com uma visão neutra e preço-alvo de R$ 83, enquanto o BTG Pactual sugere compra, com preço-alvo de R$ 90, apostando no potencial de valorização da empresa.


