Urnas Eletrônicas pelo Mundo: O Brasil não está sozinho, mas tem seu 'quê' de especial
Destaques
- •O Brasil compartilha a votação eletrônica com diversos países, mas o modelo brasileiro de Registro Eletrônico Direto (DRE) é único em sua configuração.
- •Países como Butão e Bangladesh utilizam sistemas DRE similares, enquanto Índia e Venezuela adicionam uma trilha de auditoria em papel verificável pelo eleitor (VVPAT).
- •Outras nações combinam cédulas físicas com tecnologia ou usam voto pela internet, distanciando-se do modelo brasileiro.
A gente sabe que a urna eletrônica brasileira é um assunto que sempre gera debate, mas olha só: o Brasil não é o único país a apostar nessa tecnologia para as Eleições 2026.
A grande sacada é que nem toda votação eletrônica é igual. O nosso modelo, o de Registro Eletrônico Direto (DRE), onde o voto nasce digital e a urna apura tudo sem internet na hora H, tem suas particularidades.
Países como Butão e Bangladesh (que voltou ao papel, atenção!) usam sistemas parecidos. Já Índia e Venezuela adicionam uma camada extra com a trilha de auditoria em papel (VVPAT), que permite ao eleitor conferir o voto.
Outras nações, como Bélgica e Paraguai, misturam cédulas físicas com máquinas, enquanto lugares como Estônia e Omã já se aventuram no voto pela internet, que é outra história.
No fim das contas, o sistema brasileiro se destaca pela sua robustez e isolamento durante a votação, mostrando que, apesar das semelhanças globais, ele tem um DNA bem brasileiro.




