Uber aperta o cinto da IA: limite de gastos para funcionários

Destaques
- •Uber impõe teto de US$ 1.500/mês por funcionário em ferramentas de IA para codificação.
- •Objetivo é controlar custos após estourar orçamento anual de IA.
- •Ação reflete tendência de outras empresas como Walmart em gerenciar gastos com IA.
A Uber decidiu colocar um freio no uso de inteligência artificial pelos seus funcionários. A empresa estabeleceu tetos de gastos com tokens para algumas ferramentas de IA, após estourar o orçamento anual destinado a elas no início do ano.
Cada empregado agora tem um limite de US$ 1.500 mensais para gastar em ferramentas de codificação de IA, como Cursor e Claude Code. O objetivo é incentivar o uso responsável da tecnologia em escala, sem comprometer o orçamento.
Essa medida surge em um momento em que a adoção de IA na Uber tem crescido significativamente. O CTO revelou que a empresa já esgotou seu orçamento anual de IA em abril, e o CEO indicou que cerca de 10% do código já é gerado por agentes de IA.
A iniciativa da Uber espelha ações de outras gigantes, como o Walmart, que também implementou restrições no uso de IA por seus colaboradores. A companhia de transporte já havia anunciado uma moderação no ritmo de contratações, citando os benefícios do uso interno de IA.
Apesar dos cortes de custos em algumas áreas, a aposta em IA continua a impulsionar o desenvolvimento de novas funcionalidades para os clientes da Uber. 💰




