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Tubas de Falópio: A nova arma contra o câncer de ovário?
31 de agosto de 2026

Destaques
- •Retirar as tubas de Falópio durante cirurgias abdominais ou ginecológicas pode reduzir o risco de câncer de ovário em cerca de 80%.
- •A maioria dos cânceres de ovário, e praticamente todos os casos fatais, iniciam nas tubas, e não nos ovários.
- •Recomendação médica é oferecer a salpingectomia para mulheres que já encerraram a vida reprodutiva e vão passar por cirurgias abdominais.
Para você que já encerrou a vida reprodutiva, uma novidade que pode salvar sua vida: a retirada das tubas de Falópio durante cirurgias abdominais ou ginecológicas.
A ciência descobriu que o câncer de ovário, na verdade, quase sempre começa nas tubas. A remoção delas, um procedimento rápido, pode diminuir o risco da doença em até 80%.
A recomendação médica, inclusive da Febrasgo no Brasil, é clara: se for fazer uma cirurgia e não pretende mais ter filhos, converse com seu médico sobre a salpingectomia.
O câncer de ovário é um dos mais graves, mas essa descoberta pode mudar o jogo. 📉
Fontes
https://drauziovarella.uol.com.br/feed/




