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Esquizofrenia e Bipolaridade: Como o envelhecimento mexe com a cabeça e o corpo

31 de agosto de 2026
Esquizofrenia e Bipolaridade: Como o envelhecimento mexe com a cabeça e o corpo

Destaques

  • Pacientes com esquizofrenia e transtorno bipolar estão vivendo mais, exigindo cuidados adaptados à terceira idade.
  • Alterações cognitivas, como memória e atenção, podem surgir mais cedo, por volta dos 50 anos.
  • O tratamento deve ser contínuo e integrar saúde mental e física, prevenindo infartos, AVCs e outras comorbidades.

Envelhecer com esquizofrenia ou transtorno bipolar não é fácil, mas a ciência avança para garantir mais qualidade de vida. Pessoas com essas condições psiquiátricas graves estão vivendo mais, e o acompanhamento médico agora precisa considerar as transformações naturais do envelhecimento.

Durante o Congress on Brain, Behavior and Emotions 2026, especialistas discutiram como as mudanças cognitivas — memória, atenção e tomada de decisão — podem aparecer mais cedo, por volta dos 50 anos.

A atenção não se restringe à saúde mental. Pacientes com transtornos psiquiátricos graves têm maior risco de problemas como infarto e AVC, exigindo um cuidado integrado que também monitora a saúde física e ajusta a medicação conforme a idade.

O objetivo é proteger o cérebro e garantir uma trajetória de vida mais saudável, sem reduzir o indivíduo ao seu diagnóstico. 🧠

Fontes

https://drauziovarella.uol.com.br/feed/

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