Esquizofrenia e Bipolaridade: Como o envelhecimento mexe com a cabeça e o corpo

Destaques
- •Pacientes com esquizofrenia e transtorno bipolar estão vivendo mais, exigindo cuidados adaptados à terceira idade.
- •Alterações cognitivas, como memória e atenção, podem surgir mais cedo, por volta dos 50 anos.
- •O tratamento deve ser contínuo e integrar saúde mental e física, prevenindo infartos, AVCs e outras comorbidades.
Envelhecer com esquizofrenia ou transtorno bipolar não é fácil, mas a ciência avança para garantir mais qualidade de vida. Pessoas com essas condições psiquiátricas graves estão vivendo mais, e o acompanhamento médico agora precisa considerar as transformações naturais do envelhecimento.
Durante o Congress on Brain, Behavior and Emotions 2026, especialistas discutiram como as mudanças cognitivas — memória, atenção e tomada de decisão — podem aparecer mais cedo, por volta dos 50 anos.
A atenção não se restringe à saúde mental. Pacientes com transtornos psiquiátricos graves têm maior risco de problemas como infarto e AVC, exigindo um cuidado integrado que também monitora a saúde física e ajusta a medicação conforme a idade.
O objetivo é proteger o cérebro e garantir uma trajetória de vida mais saudável, sem reduzir o indivíduo ao seu diagnóstico. 🧠




