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TSE mantém proibição de deepfake em campanhas eleitorais

15 de outubro de 2026

Destaques

  • •Deepfakes criados por IA estão cada vez mais difíceis de distinguir de conteúdos autênticos.
  • •A tecnologia pode dificultar a verificação de provas em julgamentos e a identificação de conteúdos falsificados.
  • •Novas leis na Califórnia e UE exigem marca d'água, mas a verificação ainda enfrenta limitações.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a proibição do uso de deepfakes em campanhas eleitorais, mas a tecnologia por trás dessas falsificações avança a passos largos. Especialistas da OpenAI e da Meta alertam que vídeos e áudios criados por inteligência artificial estão se tornando indistinguíveis de conteúdos autênticos, o que representa um desafio crescente.

Essa evolução da IA generativa, capaz de criar imagens, vídeos e áudios a partir de comandos, levanta preocupações sobre a verificação de provas em processos judiciais e a dificuldade em identificar materiais falsificados. Mesmo com poucos casos registrados em tribunais americanos até agora, o risco é considerado real.

Apesar de novas leis na Califórnia e na União Europeia exigirem o uso de marcas-d'água para identificar conteúdos gerados por IA, a verificação ainda enfrenta limitações. Como cada empresa usa seu próprio sistema, a garantia de autenticidade não é infalível, e a tecnologia de detecção ainda não é à prova de falhas.

Fontes

https://g1.globo.com/rss/g1/economia/

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