Trump aperta o cerco: Empresas brasileiras sentem o baque das tarifas
Destaques
- •Vendas de empresas brasileiras para os EUA despencam até 60% ou zeram.
- •Falta de previsibilidade e tarifas de aço e alumínio afetam o setor de manufatura.
- •Brasil busca diversificar mercados na América Latina, Europa e Ásia para mitigar perdas.
O tarifaço de Donald Trump já está batendo forte no caixa das empresas brasileiras. Em alguns casos, as vendas para os Estados Unidos caíram 60%, e em outros, foram completamente zeradas.
O diretor-geral da Engemasa, por exemplo, relata que o mercado americano, que representava 40% do faturamento em 2025, hoje é zero. Além das tarifas, a falta de previsibilidade na compra de equipamentos tem sido um grande problema, desmantelando um mercado construído em décadas.
A consequência direta é a corrida por novos mercados, com a América Latina e a União Europeia surgindo como alternativas promissoras.
Enquanto isso, o governo brasileiro acelera medidas de apoio, como o programa Brasil Soberano e o Seguro de Crédito à Exportação, para dar fôlego às empresas. A indústria brasileira, que perdeu participação no PIB nas últimas décadas, busca agora se reinventar e ganhar competitividade global 📉.

