Teams vira palco de 'traição' e leva funcionária à justa causa
Destaques
- •Funcionária demitida por justa causa após trocar mensagens sexuais pelo Teams.
- •Justiça do Trabalho manteve a decisão, alegando uso recorrente da ferramenta corporativa para fins pessoais.
- •Empresa comprovou monitoramento das comunicações com base em normas internas.
Olha essa história: uma funcionária foi demitida por justa causa depois de usar o Microsoft Teams da empresa para bater papo com colegas, e o papo era daqueles, com conteúdo sexual.
A Justiça do Trabalho em Osasco, SP, manteve a decisão, entendendo que o problema não era o relacionamento em si, mas o uso recorrente da ferramenta corporativa para assuntos pessoais, inclusive com referências a encontros durante o expediente e nas dependências da empresa.
A defesa da funcionária alegou que as provas eram ilegais por conta do monitoramento, mas a empresa mostrou que tinha normas internas claras sobre o uso e a possibilidade de fiscalização. A juíza concordou que o monitoramento, dentro das regras, é um direito do empregador.
No fim das contas, a combinação de mensagens de teor sexual, uso da ferramenta corporativa, conversas durante o expediente e a repetição da conduta por meses configurou mau procedimento e indisciplina. O pedido para reverter a justa causa foi negado, mas o caso ainda pode ir para instâncias superiores. ⚖️


