TCU acende alerta: dados na nuvem são mesmo soberanos?
Destaques
- •TCU pede revisão de contratos de nuvem com estrangeiros por riscos à soberania.
- •Mercado de TI no Brasil cresceu 18,5% em 2025, superando a média global.
- •Soberania de dados vai além da localização física, envolvendo controle sobre infraestrutura e chaves criptográficas.
O Tribunal de Contas da União (TCU) jogou um balde de água fria em contratos de computação em nuvem com provedores estrangeiros. A determinação, que vale para o primeiro semestre de 2026, pede uma revisão geral sob o argumento de riscos à soberania dos dados.
A discussão não é só para o governo, viu? O mercado de TI brasileiro disparou 18,5% em 2025, e a dependência de nuvem só aumenta. Empresas que usam IA e infraestrutura digital precisam ficar atentas.
O ponto é que soberania de dados não é só ter o servidor aqui. Envolve quem controla a infraestrutura, as chaves de criptografia e até a jurisdição estrangeira. Saber onde o dado está não garante controle total.
A consequência prática é que as empresas precisam repensar a estratégia de nuvem, focando em resiliência e liberdade de movimentação dos dados.
O mercado global de nuvens soberanas deve chegar a US$ 80 bilhões em 2026. Ou seja, o Brasil está entrando numa discussão estratégica que impacta diretamente a resiliência dos negócios. 💰



