SUS na berlinda: Terapias caras e subfinanciamento apertam o cerco

Destaques
- •Ex-secretário de Saúde alerta para pressão de novas tecnologias no SUS.
- •SUS destina 4% do PIB contra 6,5% da OCDE, indicando subfinanciamento.
- •Proposta de compartilhamento de risco para tratamentos de alto custo.
O SUS está sob pressão! Um ex-secretário de Saúde, Denizar Vianna, deu o papo reto em Brasília: o sistema público de saúde brasileiro está sendo apertado por dois lados.
De um lado, a incorporação acelerada de tecnologias disruptivas e terapias gênicas, que podem custar até R$ 17 milhões por paciente, estica o orçamento. Do outro, o subfinanciamento crônico do SUS, que investe cerca de 4% do PIB, bem abaixo dos 6,5% da OCDE, deixa tudo mais difícil.
Para driblar esse cenário, Vianna sugere modelos de compartilhamento de risco, onde o pagamento por tratamentos caros estaria atrelado ao sucesso clínico.
A imprensa também entra em jogo, com o papel crucial de comunicar evidências científicas para qualificar o debate e garantir que os recursos sejam usados da melhor forma. 💰




