SUS: 36 anos de revolução na saúde brasileira e os desafios que persistem

Destaques
- •O SUS, criado em 1988, democratizou o acesso à saúde no Brasil, antes restrito a quem tinha carteira assinada.
- •Avanços notáveis incluem queda na mortalidade infantil, programa de vacinação robusto, transplantes e tratamento gratuito de HIV.
- •Desafios persistem: subfinanciamento, filas extensas, desigualdade regional no atendimento e infraestrutura precária em algumas áreas.
Há 36 anos, o Brasil dava um passo gigantesco com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, saúde era privilégio; agora, é direito de todos, mudando radicalmente a vida de milhões.
De lá pra cá, o SUS se tornou um gigante, referência mundial em áreas como vacinação e transplantes, além de garantir tratamento para HIV e doenças crônicas. A mortalidade infantil despencou e a rede se espalhou pelo país.
Mas nem tudo são flores. O sistema ainda luta contra filas intermináveis, falta de profissionais em certas regiões e um subfinanciamento crônico, especialmente quando comparado a sistemas de outros países. A saúde pública brasileira, apesar dos avanços, ainda tem um longo caminho a percorrer.



