Saúde digital: Interoperabilidade vira prioridade executiva e não só tecnologia

Destaques
- •Interoperabilidade na saúde deixa de ser objetivo tecnológico e vira ferramenta estratégica.
- •Fragmentação de dados ocorre tanto entre instituições quanto dentro dos hospitais.
- •Abordagem incremental e foco em resolver desafios de negócio são chaves para o sucesso.
A interoperabilidade na saúde brasileira está deixando de ser um mero debate tecnológico para se tornar um pilar estratégico, com foco em resolver desafios concretos das organizações. A mensagem partiu de especialistas como Priscila Cruzatti (Google Cloud) e Marcia Ogawa Matsubayashi (InovaHC) durante o Fórum Saúde Digital 2026.
A fragmentação de dados, que ocorre tanto entre diferentes instituições quanto dentro de um mesmo hospital, é um dos grandes entraves. A ideia é transformar dados isolados em informação útil para apoiar decisões clínicas e administrativas, com exemplos práticos como a comparação de exames com o histórico do paciente.
Avançar na interoperabilidade exige uma visão clara dos objetivos de negócio e uma abordagem incremental, sem a necessidade de integrar tudo de uma vez. A segurança, a governança e a infraestrutura, inspirada no sistema financeiro, são pilares essenciais para destravar a eficiência e a inovação no setor.


