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Salário Mínimo Argentino Derrete: Poder de Compra Cai 40% e Volta a Níveis de 2002
07 de setembro de 2026
Destaques
- •Poder de compra do salário mínimo argentino despencou 40,8% entre novembro de 2023 e setembro de 2026.
- •Nível atual é comparável a abril de 2002, um dos piores períodos econômicos do país.
- •Aumento de tarifas de serviços públicos (metrô, ônibus, luz) superou em muito o reajuste salarial.
A vida na Argentina ficou mais dura: o poder de compra do salário mínimo despencou cerca de 40,8% entre o fim de 2023 e setembro de 2026, segundo um estudo do CEPA.
O cenário é tão crítico que a remuneração mínima agora se equipara ao que era pago em abril de 2002, um período de profunda crise econômica no país. Para piorar, enquanto o salário subiu 158%, as tarifas de transporte dispararam mais de 1.000% e energia elétrica/gás subiram 856%.
Para recuperar o poder de compra de apenas um ano atrás, seria necessário um reajuste de mais de 70%.
O ajuste, ao que parece, está caindo no colo do trabalhador, enquanto as empresas seguem protegidas 📉.
Fontes
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